Não sei lidar com as pessoas. Desisto. Desisto porque ando muito impaciente. Não sei se um dia cheguei a ter alguma paciência, acho que não. Mas ando impaciente com a vida e com as pessoas. As coisas demoram pra acontecer. E eu tenho tanta pressa.. Apresso o passo, meto os pés pelas mãos, e por fim, tropeço. Eu sou assim mesmo do avesso. Faço tudo do modo errado, confundo coisas que não tem nada a ver, falo muito rápido, erro o nome de pessoas que conheço há séculos, e nunca sei com qual mão seguro o garfo. Sou o esteriótipo da mulher louca materializado. Quase ninguém sabe, esse é meu lado feio que faço questão de não sair mostrando por aí. Sou completamente insana, irracional, impulsiva, cabeça dura, mimada e idiota. Quando algo me desagrada fecho a cara, faço bico, fico muda. Sou irônica e implicante. Quando pego implicância ninguém me segura. Gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Bagunço a minha vida. Bagunço a vida dos outros também. Sou uma bagunça. Não sou nenhuma mulher equilibrada e bem-resolvida. Não sou nada que os homens procuram por aí. Não sei rebolar pra chamar a atenção, não sei seduzir ninguém, e muito menos fingir que estou achando a conversa interessante quando não estou. Morro de preguiça de ir na academia. Sou a magrinha branquela da bunda pequena. Não sei me relacionar com as pessoas sem me doar, sem ser intensa. Eu simplesmente não sei. Sou grudenta, ciumenta, possessiva, louca. E ainda dizem que a gente aprende errando.. Eu preciso errar muito pra começar a fazer as coisas direito.
– Larissa Busch (via mentais-morfoses) Via Mentais-Morfosessensacional
“Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver, adicionamos amor à sua vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.” George Carlin
Garoto, se você gosta dela, se ela te faz feliz e você sente como se já a conhecesse, não a deixe partir. Nicholas Sparks
O verdadeiro amor é aquele que espera? Bobagem.
Amor de verdade é aquele que acontece agora, independente de obstáculos. Distância? Aproxima. Passado? Enterra. Diferenças? Conviva. Incompreensões? Aceite. Futuro? Que venha! Só não me venha com esse velho papo de esperar, por que todos que amam sabem que o amanhã pode ser tarde demais.
Onze verdades sobre a vida:
- Você sempre irá se apaixonar por alguém no colegial, ou ensino fundamental.
- Algum amigo sempre te magoará, sendo melhor amigo ou não.
- Sua mãe sempre vai te ameaçar tirar algo de você, se fizer besteira.
- Terá sempre a mesma vontade de mudar de cidade, quando algo de ruim acontecer.
- Seu primeiro beijo, você nunca esquece, seja ele horrível ou muito bom.
- Sempre terá inimigos, seja pouco ou seja muitos.
- A vida nunca vai ser como nos filmes, não mesmo!
- Sempre fará uma loucura na adolescência, que vai te condenar por muito tempo.
- Chegando na adolescência, você sentirá saudade da sua infância.
- Chegando na fase adulta, você sentirá saudade da sua adolescência.
- Chegando em sua velhice, sentirá saudade de toda sua vida…
Amizades, por mais verdadeiras que sejam, são coisas frágeis, flores com pétalas delicadas que, ao menor sinal de vento, caem ao chão fragilizadas. Precisamos cuidar de nossos amigos, assim como um botânico protegeria uma flor rara do vento, da chuva e dos predadores. Devemos protegê-los das coisas ruins, mas sem jamais tapar seu sol: devemos ser ampolas de vidro os cercando, mas os deixando respirar em liberdade. Temos que cuidar de nossas amizades como se elas fossem a única esperança que nos restasse, a última fagulha de luz na escuridão total.
Afinal, amigos são flores raras no meio de um deserto; são oásis de felicidade e confiança, uma base na qual se apoiar, uma estrutura eterna de compreensão mútua.


